Mostrar mensagens com a etiqueta Projectos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Projectos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Quem quer ir a Cascais?

Desde o lançamento do Onde está a avó? tenho andado em "digressão" por escolas e espaços culturais. Este sábado, dia 23 de Maio, estarei na Biblioteca Infantil e Juvenil de Cascais, no Parque Marechal Carmona para um abraço e dois dedos de conversa.

Fico à vossa espera! ;)


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Na semana passada

Estive completamente embrenhada neste projecto. Deu-me um prazer imenso:

1.º Que alguém se tivesse lembrado de mim para escrever isto;

2.º Fazer o exercício de escrever para crianças sobre assuntos difíceis;

3.º O facto de não ter sido preciso mexer numa vírgula na fase de aprovação;

4..º Chegar à net, digitar o endereço e pimba! Lá estão os meus textos!!

Mas afinal estás a falar de quê? Pensam vocês. Estou a falar na nova plataforma que a Câmara Municipal de Cascais criou a pensar nas crianças. Uma plataforma que apresenta Cascais nas suas mais diversas áreas: geografia, organização administrativa, cultura, meio ambiente, cidadania e muitas outras. Também tem jogos interactivos e é uma excelente ferramenta para pais, professores e educadores de infância.

O designer da plataforma, David Pinto, criou 4 meninos: a Bia, o João, o Mateus e o Simão. 4 personagens de Cascais a quem se deu o nome de "Cascalitos". (Cascais dos pequenitos)

Só sei que em Cascais os Cascalitos vão começar a estar por todo o lado. E eu, tão feliz que estou, continuarei a escrever para esta plataforma.

Ora espreitem lá! Está o máximo, não está? :)


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Directamente do Entrocamento

Podia ser um fenómeno, o meu livro. Mas não é! É apenas o resultado daquilo que sou enquanto pessoa. De alguém que escreve o que sente e que sente o que escreve. E do Entroncamento, da terra dos fenómenos, chegou-me esta mensagem:
 
Boa tarde D. Cláudia. Muitos parabéns pela história que escreveu. Já a li aos meus filhos, mas primeiro tive de lê-la várias vezes para mim. Achei muito bem o que escreveu na primeira página, pois os adultos devem saber o que estão a comprar e não devem deixar-se enganar pela capa. Ah! A capa também está muito bonita e toda a restante ilustração. Muitos parabéns e continue.
 
A São Santos (foi assim que assinou), foi uma querida com esta mensagem. E eu concordo com ela: a ilustração está um espanto! Graças à Rita Correia.
 
Obrigado São. Um beijinho no coração.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Então e o livro, amora?

Deve ser a pergunta que mais me fazem desde o dia 05 de Outubro. Toda a gente quer saber como é que está a correr, se as pessoas gostam, se o livro está a vender. Toda a gente quer sempre mais um, para oferecer a este ou aquele amigo ou familiar que está mesmo a precisar de ler qualquer coisa assim. E fico sempre orgulhosa de mim quando oiço coisas destas.
 
Está a correr bem, é o que posso dizer-vos. O livro foi lançado há dois meses e já tenho poucos. Mesmo poucos. Tenho andado por aí. Vou a escolas, bibliotecas, associações culturais. Pedem-me o livro pelo blog ou pela página do face dos Contos com amoras. Recebo telefonemas dos amigos dos meus amigos que também querem comprar. E sem fazer um grande esforço tenho o stock quase no fim.
 
Nunca pensei que iria ser assim. Estou mesmo muito feliz.
 
Obrigado a todos. 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Directamente de Olhos d'Água

D. Cláudia, muitos parabéns. Adorei o seu livro e a maneira como fala de um assunto sério de forma tão simples e leve. Continue a escrever que eu irei continuar a ler. Parabéns mais uma vez!
 
Não sei se a Olinda Frazão tem sotaque algarvio, mas esta mensagem chegou-me com sabor a água e sal. A água e sal do Algarve.
 
Obrigado. Um beijinho no coração.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Directamento de Ferreira do Alentejo

A Maria Amélia comprou o "Onde está a avó?" e no dia em que o recebeu mandou-me esta mensagem:
 
Gosto muito de a ler. Já acompanhava o seu blog e sempre que fala do Alentejo fico muito feliz. Quando vi que ia lançar um livro fiquei com muita vontade de ir a Lisboa, mas não pude. Tive de ficar com a minha mãe... Já estava à espera de gostar da história e hoje confirmei isso mesmo. Também já o mostrei à minha mãe e vou levá-lo para a minha escola para mostrar às minhas colegas. Muitos parabéns. A história é linda e muito verdadeira.
 
Imagino a Maria Amélia a escrever isto com sotaque alentejano. E foi assim que ecoou o e-mail na minha cabeça. É por estas coisas que eu ainda ando por aqui. Pois são estas coisas que me aquecem o coração.
 
Obrigado Maria Amélia. Muito obrigado.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Passatempo

A Cláudia Pedro do Ser mais, desafiou-me a ser sua parceira num passatempo com o meu livro. Vejam aqui como podem participar. E boa sorte! :)
 
 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Carlota = Talento

Não fiquei surpreendida com os trabalhos expostos no Palácio Ribamar. Já conhecia a pintora. Os seus trejeitos com o pincel. O talento imenso que tem. A sua sensibilidade. As suas raízes e a mulher que é. É verdade que Carlota rima com talento. E com sensualidade, profissionalismo, maternidade e amizade. Carlota rima com preseverança, sentido de aventura e espírito crítico. Rima com família e fé. A Carlota tem fé. Num mundo melhor.
 
Inaugurou ontem a sua exposição. Chama-se "De olhos fechados". É uma explosão de cor e de memórias. Quem a conhece reconhece nos quadros a sua história. As suas raízes. O seu estilo. Naif. Não só na pintura, mas em muito daquilo que é enquanto pessoa.
 
Gosto muito da Carlota, que para mim tem outro nome. Gosto muito de adjectivá-la, porque é fácil falar de pessoas boas. E pessoas boas com talento é um privilégio conhecer. Sobretudo quando, como eu, é do Alentejo. Da minha terra. Da terra que nos viu meninas e moças e que nos recebe mulheres casadoiras. Mães. Da terra de que precisamos para recarregar baterias. Para sermos felizes.
 
Que tenhas todo o sucesso do mundo. Com ou sem sotaque alentejano. Aquele que ainda te escapa.
 








A exposição está patente no Palácio Ribamar em Algés, de 14 a 30 de Novembro

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Pequenas grandes ideias

Já vejo o "Lago dos tubarões" há algum tempo. Gosto das pequenas grandes ideias que aparecem por lá e que resolvem pequenos grandes problemas. Gosto do empreendedorismo de cada concorrente, da coragem, dedicação e, até, obstinação por aquilo em que acreditam e do investimento que os milionários fazem. Pessoas de visão, responsáveis pela construção de grandes fortunas.
 
Toda a minha vida andei com o almoço atrás. Tanto para a faculdade como para o emprego. E desde há uns anos a esta parte pensei que seria bom ter uma lancheira eléctrica. Evitando estar dependente de um microondas. Algo que desse, até, para usar no isqueiro do carro. Disse-o vezes sem conta. Até que, não há muito tempo, deparei-me com uma promoção do Jornal Público exactamente com lancheiras eléctricas. Caiu-me tudo ao chão. Já existia uma coisa na qual eu tinha pensado durante anos a fio e, afinal, podia estar rica. Se tivesse registado e avançado com a ideia.
 
Porquê este post?
Para dizer que, por vezes, basta acreditarmos um pouco em nós e ganhar coragem para avançar com pequenas grandes ideias. Se são úteis para nós, certamente haverão inúmeras outras pessoas com as mesmas necessidades. Para dizer que, por vezes, o menos é mais. Lembrem-se do post-it. Uma pequena grande invenção. Uma patente valiosissíma, da 3M, que foi uma descoberta que aconteceu por acaso. Para dizer que nós somos mais do que aquilo que pensamos ser. Conseguimos mais do que aquilo que pensamos conseguir. É preciso focarmo-nos. Traçar um objectivo e ter visão.
 
Dito assim, parece que é preciso muita coisa ao mesmo tempo. Em várias formações que dei perguntaram-me, várias vezes, como é que isso se faz. Na verdade, não há fórmulas mágicas. Mas penso que se seguirmos o nosso instinto já é um pequeno grande passo para pequenas grandes conquistas. E isso não tem de significar uma invenção capaz de mudar o rumo da Humanidade. Significa, apenas e só, limar arestas. Estar atento. Aproveitar as oportunidades.
 
Vem aí o "Lago dos tubarões" português. Quero ver, claro! As ideias e, sobretudo, os empresários que farão parte do júri. Já li qualquer coisa sobre isso, mas já estou como o outro Ver para crer! Espero que corresponda ao formato original. Senão, caso contrário, irá perder o interesse.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Directamente do Funchal



Foi com a promessa de enviar-me um bolo do caco que a Fernanda Alheiro me encomendou o livro. Caso gostasse, é claro, daquilo que lhe estava reservado. Daquilo que tinha saído das minhas mãos. E da minha cabeça. E do meu coração. Para todos os que quisessem ler.
 
O bolo do caco ainda não chegou, pois os e-mail's chegam mais depressa e parece-me que a Fernanda teve uma ideia melhor:
 
D. Cláudia Guerreiro Marques,
Parece que vou ter de lhe enviar um bolo do caco. Aliás, um por mês durante um ano, porque adorei, amei, estou apaixonada pelo seu livro. Acho que está ao nível da minha adoração pelo bolo, por isso convido-a a vir ao Funchal para não corrermos o risco do bolo se perder pelo caminho ou ficar contaminado e perder o seu sabor original.
Muitos parabéns. Para quando o próximo?"
 
Cara Fernanda, como já tive oportunidade de dizer-lhe, terei todo o gosto em ir ao Funchal. Fica prometido que avisarei com antecedência para dois dedos de conversa e um abraço. Quanto ao próximo livro... primeiro vou gozar este.
 
Um beijinho no coração.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Directamente de Vila Fanca de Xira

O meu livro continua a viajar por esse Portugal fora. Passou um mês desde que o lancei e ainda não consegui fazer contas à vida para perceber a quantas ando sobre o número de exemplares que já fui levar ao correio. Mas a cada leitor/a que me escreve e autoriza partilhar as suas opiniões aqui no blog, tenho que deixar um xi-coração do tamanho do mundo. Por vossa causa continuo a acreditar que a decisão que tomei foi a melhor. Por vossa causa tenho tido dias muito felizes.
 
Hoje, de Vila Franca de Xira, recebi a seguinte mensagem na página do facebook dos Contos:
 
D. Cláudia,
Já li o seu livro e já o mostrei à minha médica que me pediu para levar para casa. Como tenho consulta daqui a um mês depois ela vai devolver. Antes disso ainda o mostrei às minhas amigas e à minha vizinha Alexandrina que também quer um... Muitos parabéns pela história linda que escreveu e se eu tivesse sabido do lançamento tinha ido aí.
Quando a minha médica me devolver o livro eu digo-lhe o que é que ela achou. Beijinhos e muito sucesso.
 
Quem me enviou esta doce e simpática mensagem foi a D. Benilde Morais. Que eu não conheço, mas adoraria conhecer.
 
Muito obrigado. Aqueceu-me um bocadinho o coração. :)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Directamente da Amadora

A Ana Pinheiro andou a namorar o "Onde está a avó?". Falámos por e-mail, eu enviei-lhe o livro e depois de recebê-lo ainda demorou uns dias até pegar-lhe e lê-lo. Ontem, finalmente, disse-me tudo. E, sem saber, partilhou uma dica muito interessante sobre este difícil assunto. Pedi-lhe que me deixasse partilhar convosco. E ela deixou. :)
 
Olá Claúdia.
 
ADOREIIIII!! Os meus parabéns. E, sim os pais deverão lê-lo primeiro e mais tarde, a leitura para os filhos. A explicação, o porquê de algo "complicado" de explicar aos nossos meninos. E, já agora, num à parte, foi assim que expliquei aos meus filhos (ela com 7 anos e ele com 11 anos) o falecimento do avô, um desenrolar muito idêntico ao do seu livro. Só que foi o avô (o meu pai), o companheiro das brincadeiras ainda hoje recordadas pelos netos com muito amor e saudade. Escolhemos a estrelinha mais brilhante do céu .... é o avô. Ainda, hoje dizemos "Ali está a estrelinha do avô!". No entanto, muito antes, quando ainda, ninguém imaginava uma situação como o falecimento brusco do meu pai, eu falei aos meus filhos da morte. Plantamos um feijão, tratamos do feijoeiro (que até deu feijões) e um dia o feijoeiro secou/morreu e aí consegui que eles entendessem duma forma simples o que é a morte dum ser.
 
Sempre falei e expliquei os porquês da vida aos meus filhos (de acordo com a sua idade), pois assim quando algo acontece, por muito duro que seja, por muita dor que cause tudo é mais "suave".
 
Enfim, experiências de vida.
Os meus PARABENS .......... continue.
 
Obrigado Ana. E parabéns a si pela solução que encontrou.
Obrigado do fundo do coração. :)

domingo, 19 de outubro de 2014

Directamente de Portimão

A D. Fernanda Patacho já recebeu o "Onde está a avó?" e eu fiquei a saber que se trata de uma professora primária reformada que me enviou um e-mail amoroso. Não a conheço pessoalmente, mas parece-me que lhe adivinho o tom de voz. Hoje mandou-me outro e-mail. A dizer-me que já tinha lido o livro...
 
Cláudia, a menina tem um dom e não sabe... Um dom que poucas pessoas têm. Não falo da sua escrita ou da ideia que teve em escrever este livro, mas no dom de dar um explicação simples às coisas complicadas. Muitos parabéns por ter conseguido escrever um livro para todas as idades, Adorei!
 
Eu é que adorei saber o que sentiu.
Obrigado D. Fernanda.
 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Directamente de Braga

A Marta foi a primeira pessoa a comprar-me um livro. Antes do lançamento. Enviou-me uma mensagem pela página dos Contos com amoras no facebook e eu fiquei estarrecida. Não nos conhecemos nem temos ninguém em comum. Diz que soube do livro pelas redes sociais. E esta manhã mandou-me a sua opinião:
 
Li o livro e gostei muito. Tem leveza na escrita e enfrenta um problema difícil de explicar a pequenos e graúdos. A resposta que dá no livro é a mais segura que podemos guardar nos nossos corações.E, claro, obrigado pela simpática dedicatória.
 
A Marta não sabe, mas fez deste momento, às 9 da manhã, o melhor do meu dia!
Obrigado minha querida. Por ter arriscado. Por ter contribuido para este projecto.
Por aquecer-me o coração.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Convite

Faltam três dias para o lançamento do meu livro. Este meu livro que tanto me emociona. Estão todos convidados para estarem presentes. Para um abraço. Para dois dedos de conversa.
 
 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Sobre a escolha que fiz

Como prometido, aqui está o post sobre a ilustradora que escolhi para o meu livro. Conheci-a, por motivos profissionais, há uns 5 ou 6 anos atrás e de imediato senti uma empatia enorme por ela (e acho que ela por mim também). Já conhecia o seu trabalho. O seu traço. A sua assinatura. E é indiscutível a qualidade do mesmo. E é tão bom ligar uma cara às ilustrações que nos fazem sonhar.
 
Rita Correia rima com talento. Dedicação. Profissionalismo. Humildade. Rima com todas as qualidades que um bom profissional deve ter. E, mais do que isso, rima com Humanidade. É de uma humanidade imensa. Dá tudo o que tem. Deu-me tudo o que tinha. Porque acreditou em mim. No meu projecto. Na minha escrita. Na minha história. Porque também ela editou dois livros de sua autoria. Também ela sentiu na pele a necessidade de partir pedra para se ser reconhecido.
 
Foi a minha orientadora neste processo. Agora isto, a seguir aquilo. E eu não vacilei. Foi a minha psicóloga nos momentos de maior nervosismo. A minha enfermeira parteira, que me deu a mão e me pôs toalhas molhadas na testa quando tive contracções. Não houve nada que eu lhe tivesse perguntado a que não me tivesse respondido. E sem me fazer esperar.
 
ADOREI! Trabalhar com ela. A Rita entende a nossa mensagem e consegue que a sua ilustração apenas valorize o que escrevemos. Falámos muito. Muito. Por e-mail, por telefone. Horas de conversação. Horas de trabalho. E por mais que eu tente, tenho a sensação de que nunca conseguirei ressarci-la.
 
Não deixem de passar na sua página no FB Rita Correia Ilustradora. E surpreendam-se com o seu trabalho. E deixem-se brindar com as pequenas ilustrações que a Rita vai fazendo e que acompanham a nossa actualidade. De forma muito assertiva.
 
Obrigado Rita. Do fundo do meu coração.
 
Deixo-vos, apenas, meia dúzia dos livros que têm a sua assinatura.
 
Edição de autor
 
 
Edição de autor
 




 
E há tantos outros por descobrir. :) E eu sou uma sortuda, pois o meu livro conta com a sua assinatura! :)
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vai ser um meet!

É só o que vos digo. Parafraseando uma amiga minha:
Vai ser um meet!
Apontem na vossa agenda.
Faltam 20 dias...

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Na gráfica


É impressionante a quantidade de folhas que as máquinas cospem por minuto

Andámos a acertar os pantones. Que é como quem diz: as cores.
 Mais amarelo, mais azul. Maior intensidade no fundo. Mais contraste.
Sinto-me quase doutorada nesta matéria

A foto não faz juz ao brilho da cor. À beleza deste trabalho

Vaidosa! Muito vaidosa.
Pelas escolhas que fiz quanto a este projecto. Por ter testemunhado o nascimento do meu mais recente bebé. Pela escolha da ilustradora (irei falar dela noutro post).
Estava ali o meu menino. E apetecia-me abraçá-lo

A luz não ajudava para ver bem a cor

Por isso levámos o "lençol" para a rua. Para expô-lo à luz natural

Foi gratificante participar neste processo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Onde está a avó? - O título do meu livro

Um conto escrito com cabeça, tronco, membros e coração. E com a certeza de que será muito útil aos pais que se vêm confrontados com o luto dos seus filhos.
 
Um conto escrito para a infância. De alguém que pergunta pela avó que partiu. Cuja resposta está presente.
 
No fim.