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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Pequenas grandes ideias

Já vejo o "Lago dos tubarões" há algum tempo. Gosto das pequenas grandes ideias que aparecem por lá e que resolvem pequenos grandes problemas. Gosto do empreendedorismo de cada concorrente, da coragem, dedicação e, até, obstinação por aquilo em que acreditam e do investimento que os milionários fazem. Pessoas de visão, responsáveis pela construção de grandes fortunas.
 
Toda a minha vida andei com o almoço atrás. Tanto para a faculdade como para o emprego. E desde há uns anos a esta parte pensei que seria bom ter uma lancheira eléctrica. Evitando estar dependente de um microondas. Algo que desse, até, para usar no isqueiro do carro. Disse-o vezes sem conta. Até que, não há muito tempo, deparei-me com uma promoção do Jornal Público exactamente com lancheiras eléctricas. Caiu-me tudo ao chão. Já existia uma coisa na qual eu tinha pensado durante anos a fio e, afinal, podia estar rica. Se tivesse registado e avançado com a ideia.
 
Porquê este post?
Para dizer que, por vezes, basta acreditarmos um pouco em nós e ganhar coragem para avançar com pequenas grandes ideias. Se são úteis para nós, certamente haverão inúmeras outras pessoas com as mesmas necessidades. Para dizer que, por vezes, o menos é mais. Lembrem-se do post-it. Uma pequena grande invenção. Uma patente valiosissíma, da 3M, que foi uma descoberta que aconteceu por acaso. Para dizer que nós somos mais do que aquilo que pensamos ser. Conseguimos mais do que aquilo que pensamos conseguir. É preciso focarmo-nos. Traçar um objectivo e ter visão.
 
Dito assim, parece que é preciso muita coisa ao mesmo tempo. Em várias formações que dei perguntaram-me, várias vezes, como é que isso se faz. Na verdade, não há fórmulas mágicas. Mas penso que se seguirmos o nosso instinto já é um pequeno grande passo para pequenas grandes conquistas. E isso não tem de significar uma invenção capaz de mudar o rumo da Humanidade. Significa, apenas e só, limar arestas. Estar atento. Aproveitar as oportunidades.
 
Vem aí o "Lago dos tubarões" português. Quero ver, claro! As ideias e, sobretudo, os empresários que farão parte do júri. Já li qualquer coisa sobre isso, mas já estou como o outro Ver para crer! Espero que corresponda ao formato original. Senão, caso contrário, irá perder o interesse.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

DIY #1

Com o aproximar da noite de Natal e com a excitação dos miúdos a começar a perder o controlo, comecei a perceber que era melhor pôr mãos à obra! Mesmo porque as coisas têm de ser feitas e apesar da falta de espírito natalício, há crianças em casa! Logo, é preciso dedicar algum tempo a isto.

Ao dar início aos trabalhos, começam a surgir ideias. Como sempre! 

Há umas semanas atrás comprei um papel simples, simples, no IKEA. Branco com listas vermelhas. Básico, para conseguir dar um toque personalizado.

Vamos ver o que lhe fiz.

Usei:
- o papel de que falei
- fita dourada
- azevinho de plástico
- fita de tecido vermelha com bolinhas brancas
- purpurinas douradas
- fio de arame dourado
- fita cola
- tesoura

Resultou nisto!
Prendi o azevinho ao laço de tecido.
As purpurinas apliquei-as sobre o azevinho.
Foi este o resultado!

O laço ao pormenor.

Este embrulho foi pensado para uma bebé de 1 ano.
Não usei papel de rolo. Usei um saco de papel que abri para fazer o embrulho. De que é que precisam?
- saco de papel
- tesousa
- ráfia rosa
- naperon de papel branco
- fita cola

Como vêem na imagem, cortei o naperon de papel ao meio e envolvi com a ráfia rosa.

Aqui, uma moldura para um adulto.
O resto do saco de papel e um apontamento no canto.
O menos, é mais!

Não é preciso muito para personalizar um presente! Nem é preciso gastar muito dinheiro. Basta ver bem o que temos em casa e aproveitar com alguma originalidade e criatividade.

Acredito que um presente com um embrulho personalizado ganha muito. Quem o recebe acaba por receber, também, um bocadinho de nós, do nosso tempo, da nossa dedicação. É impossível não esboçar um sorriso, não perguntarem como é que o fizemos, não ter interesse pelo nosso trabalho.

Com isso estamos a partilhar, a dar um bocadinho de nós e a aquecer o nosso coração e o dos nos amigos e familiares.

Tenho apenas cuidado quanto ao destinatário do presente. Se é uma criança, se é um adulto. Uma mulher ou um homem. De resto, depois de determinar o que vou fazer, sigo a mesma linha. Sim, porque para o ano há mais!

Com esta partilha inauguro uma nova rubrica deste blog: o Do It Yoursef.
Fico à espera das vossas ideias!