Ó Amorim!!! Ó Fernandes!!! Ó Gonçalves!!!
É um ver se te avias quando ele encontra um amiguinho na rua!!
A uns, segue-se um aperto de mão com muitas coreografias que só eles decoram.
A outros, um abraço.
A outros, ainda, pega-lhes ao colo.
Parece que andaram todos juntos à tropa!!
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Postais de férias #5
Praia Verde.
Uma das que mais gosto.
Aqui, o resultado do trabalho de um equipa imparável. A minha equipa.
Nós, feitos miúdos, de pás e ancinhos. Areia em todos os orifícios do nosso corpo.
Dentro e fora dos fatos de banho. Joelhos arranhados na areia.
Areia debaixo das unhas e na cabeça.
Eles, quais croquetes.
Felizes pelos pais que voltaram à infância.
Por eles. Com eles.
Uma fotografia que reflecte as memórias que construímos e que, um dia, recordaremos.
Saudosamente...
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
A morte faz parte da vida
A morte figura na história da Ti' Miséria como uma personagem a quem um dia lhe passaram uma rasteira. Ficou presa no cimo de uma árvore e, por isso, não conseguia cumprir o seu destino. Nem o dos outros. Ninguém morria. Nem os soldados enfermos em guerra, nem os animais para pôr no prato. Nem os legumes permitiam-se ser arrancados da terra. A terra que nos alimenta. A terra que nos consome.
Por esta história, pela rasteira que fez a Ti' Miséria, repito vezes sem conta que a morte faz parte da vida. Não que seja uma forma de me conformar com o desaparecimento de quem me é querido. Um escudo. Ou um subterfúgio. Não! É exactamente isso que penso, sinto e tento transmitir a quem não consegue encará-la.
Pois a morte, restitui o equilíbrio do universo.
É uma passagem para quem parte. Um reset para quem fica. Para quem consegue fazê-lo.
É um momento de dor. Pura e simplesmente de dor. Um assunto tabu. Difícil de explicar. Difícil de abordar. Porque somos humanos. Porque sentimos não a morte, mas a ausência de alguém. Porque fomos ensinados assim. Porque ninguém se atreve a falar do assunto.
E a morte vai vivendo por aí. Por vezes anuncia-se. Por vezes surpreende-nos. Outras ainda, parece que brinca connosco. E os vivos, que não a temem, mas não a querem, pensam nela. Vivem a morte dos outros. E cruzes credo, vamos mudar de assunto. Evitando inquietá-la.
Foi no sábado que morreu um amigo.
Com 29 anos. Vítima de doença prolongada.
Foi no sábado que nos juntámos para a despedida. Os que o amavam. Os que o respeitavam. Os que lhe reconheciam mérito. Os que tinham por ele consideração. Os que com ele viveram. Os que por ele davam a vida.
Foi no sábado.
Depois de uma luta desgastante, foi no sábado que ele descansou.
Perante o anúncio que ela nos fez.
Perante a morte, somos tão pequeninos.
Encolhemos. Perdemos a voz. Turvam-se-nos os olhos.
Quedam-se-nos os passos.
Perante a morte, enterramos o que nos consumiu em vida. Revemos prioridades. Relativizamos o que nos desgasta. Relembramos as coisas boas dos que partem. Os momentos bons que partilhámos.
Perante a morte, damos mais valor à vida. E às pessoas. E aos momentos.
E aos pequenos privilégios com que somos brindado todos os dias.
Perante a morte, choramos.
E celebramos. Mesmo sem pensarmos ou darmos voz a esse sentimento.
Perante a morte, também me zango.
E depois... depois tento compreender o que nos quis dizer.
Até sempre Ricardo Júlio. Descansa em paz.
Descansa certo de que o teu percurso entre nós não deixa mágoas.
(O Pedro perguntou por ti. Como sempre. E eu disse-lhe que foste para ao pé de Jesus.
Ele compreendeu.)
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Cuidado com as promessas que fazem às crianças
Este post deve-se a alguém que fez uma promessa ao meu filho. Não é que não saiba que vai cumprir o prometido, nada disso! Mas serviu-me de inspiração para os adultos mais incautos ou inexperientes que, muitas vezes, em desespero de causa, fazem promessas às crianças. Ou para calá-las ou para que lhes desamparem a loja ou, também, apenas porque gostam delas.
No entanto, fazer uma promessa a uma criança é pior que prometer a uma mulher uma viagem de sonho. Acreditem! É mesmo! Por muito persistentes que as mulheres consigam ser, sempre têm o discernimento de perceber que nem todas as promessas são para cumprir. Agora uma criança... ui!! Não entende! Não entende mesmo!
Esta cena passou-se no fim de semana e ontem já estava ele em pulgas a querer ligar para saber da disponibilidade do "prometedor" para cumprir a sua palavra.
Os olhos dele brilhavam ao telefone.
Sério que vais comprar?
Assim a minha mãe já não compra!
E quando é que vens cá?
E depois ao deitar:
Mãe, achas que podemos fazer o Natal no sábado que vem?
As artimanhas que eles arranjam para falar no assunto são completamente inesperadas. Dão a volta à coisa com uma pinta!!! Por isso, quem nunca fez uma promessa a uma criança e for corajoso o suficiente para fazê-la, prepare-se para cumpri-la o mais depressa possível ou arrisca-se a chegar a um ponto de sufoco com o cerco que elas próprias, quais seres indefesos, conseguem montar.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Façam o que eu digo não façam o que eu faço
Que é como quem diz: para irem da Amadora a Oeiras não se metam com ideias. Façam o caminho direitinho e não correrão o risco de irem parar à Praça de Espanha. Tal e qual como me aconteceu na semana passada. Às 10 da noite...
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