segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sobre o lançamento do livro

Para já, a foto possível para terem uma noção de como o Auditório Comendador Rui Nabeiro esteve composto. Por estes dias irei colocar mais fotografias. Mas agora, antes de mais, é hora de agradecer a TODOS os presentes. A TODOS os que não puderam estar presentes. A TODOS os meus amigos que vieram de fora. Do Porto, da Guarda, de Santarém e do Alentejo. A TODOS os leitores do meu blog e seguidores da minha página que me surpreenderam e brindaram com a sua presença. A todos os desconhecidos que passaram a fazer parte deste grupo de amigos. À minha Família. Aos meus colegas de trabalho. Ao Dr. Francisco Moita Flores. Ao presidente da Fundação "O Século", Dr. Emanuel Martins, e à sua fantástica equipa. À Rita Correia, a ilustradora e mulher de mão cheia. E à sua família. À minha amiga Zélia.  À minha querida irmã Rita. A fotógrafa de serviço (agora despacha-te lá com as fotos). Ao meu marido. Aos meus filhos.
 
Estou exausta. Mas de coração cheio.
 
OBRIGADO. Mil vezes OBRIGADO.
 
 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

E as aulas começaram

9.30 da manhã e eu já estava a começar o segundo turno do dia sentada numa mesa de escola. (Pelo menos foi assim que me senti) Sim, que o primeiro turno começa às 6.45!
 
Tudo a postos para começar 6 meses de aulas. Tudo a postos, assim pensava eu. Que herdei, não sei de quem, pontualidade britânica. Primeiro que o resto da turma chegasse... Primeiro que o próprio formador despachasse dois e-mail's e fizesse o telefonema urgente que tinha para fazer... e eu já a hiperventilar!!!
 
Não fui feita para isto. Para atrasos. Já falei sobre isso muitas vezes aqui. Não gosto de chegar atrasada a lado nenhum e não gosto de esperar. Não gosto de desperdiçar tempo. Nem gosto de olhar para o tempo que passou e concluir que o desperdicei. A única vez que estive em algum sítio onde a pontualidade era mais que britânica, foi em Berlim. Dez dias num congresso farto. Às 8.00 da manhã estivesse uma pessoa ou estivessem 50 os trabalhos começavam. E a hora determinada para cada orador era cumprida ao milímetro. Caso contrário, ficava sem microfone e sem projector.
 
10.10 o primeiro introito. 10.25 o segundo introito. 11.15 intervalo. E assim passou a primeira parte da manhã.
 
Sou funcionária pública. O curso que comecei hoje é sobre Administração Pública. E se sou uma defensora do Estado, não fundamentalista, mas defensora, e se me debato com quem é um defensor acérrimo da gestão privada e se, desde sempre, defendo que o ideal seria vivermos num sistema com o melhor dos dois mundos, tenho a impressão que agora terei novos argumentos sobre este tema polémico... (muuuuahahahah)
 
Gostei do que ouvi. Da imparcialidade. Da imagética utilizada. Mas bem aplicada. Desmontando o que, por vezes, parece muito complicado aos mais distraídos. E houve uma que me ficou na cabeça:
- Vejam lá que há casos de funcionários públicos que casaram com funcionários do privado e tiveram filhos perfeitamente normais. Adorei!
 
Por isso, dedico este post aos meus amigos que vêem no Estado o culpado da situação que o país atravessa e, consequentemente, nós. Dedico aos meus amigos que ainda não aceitaram a ideia de que a maior dimensão de cidadania que podem assumir é exercer o seu direito de voto. Dedico a quem ainda não percebeu que os maiores accionistas do Estado somos nós e que cabe-nos o grande dever de zelar pelo nosso património.
 
E dedico aos meus colegas que gostariam de estar comigo e não estão.
 
Aguardem as cenas dos próximos episódios!
 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Conversa de pé de orelha #3

Depois do banho.
 
Ele: Mãe, eu estive dentro da tua barriga?
Eu: Sim, estiveste.
Ele: E como é que eu saí? Vomitaste-me?

Convite

Faltam três dias para o lançamento do meu livro. Este meu livro que tanto me emociona. Estão todos convidados para estarem presentes. Para um abraço. Para dois dedos de conversa.
 
 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A vida continua

Passado um mês do regresso de férias, um balanço.
 
Na verdade parece-me que passaram três meses, tal a velocidade com que vivemos e o número de coisas que fizemos. A vida continua, todos os dias. A pregar-nos partidas, a deixar-nos em suspenso, a dar-nos soluções, a testar-nos e a premiar-nos. E é o que sinto ao fim de um mês.
 
Começámos com o stresse de não saber os horários escolares e o que isso implicaria em termos de actividades extra. Neste ponto já está tudo resolvido. Os horários são bons. Excelentes! Independentemente de isso obrigar-me a uma grande alteração da rotina a que estava habituada, o que inclui levantar-me antes das 7 da manhã.
 
Mas compensa. Sempre fui uma pessoa das manhãs. De querer começar cedo o dia, pois a tarde caminha para a noite. E para fazer alguma coisa de jeito é melhor levantarmo-nos cedo. Nem que seja por obrigação. Mas no final do dia ficamos agradecidos pelos dias compridos em que houve tempo para tudo. Compensa pelo tempo que consigo passar com eles. Compensa por termos conseguido encaixar tudo durante a semana e ao fim de semana termos tempo para brincar. Em família.
 
Em jeito de resumo: temos a ginástica, a natação, a dança e a catequese. Temos os trabalhos de casa, as aulas de desenho ao ar livre e, por enquanto, bom tempo para ir ao parque ou à praia ao final do dia. Temos a sorte de viver perto do mar. Da família e dos amigos. Temos a sorte das escolas serem perto de casa e do pai trabalhar ali ao lado.
 
Não nos podemos queixar.
 
Além de tudo isto, eu ainda tenho a gestão da casa. A penosa tarefa de controlar a despensa e o frigorífico (detesto perder tempo no supermercado). Tenho o lançamento do livro, a gestão do meu blog e da página do facebook (onde converso bastante com quem me segue), alguns eventos associados à promoção do livro, um projecto profissional es-pec-ta-cu-lar que envolve músicos de todos os géneros (mais à frente falarei disso) e as aulas que começam na 6.ª feira.
 
Estamos bem. Temos uma boa equipa. E com tranquilidade tudo se faz.