sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Beleza a quanto obrigas

Oh pá! A sério!
Apanhei isto no facebook. Paris Hiltron, uma graçola à socialite, claro, mas este trabalho está demais! Só me dá para pensar que se também eu fosse uma famosa estrela de cinema ou cantora ou rica ou outra coisa do género, também estaria boa como ó milho!!
 
Vejam só o que poderia ter acontecido se as vidas destas gentes tivesse seguido uma via banal. Como a minha...
 
Scarlett Johansson
Olha como te fica bem o estilo!
 
Johnny Depp
No comments!
Britney Spears
Já andaste perto disto, filha!
Sarah Jessica Parker
É que é mesmo isto!
Foto: Happy Birthday Nicole Kidman (from the archives)
Nicole Kidman
Esta está bem apanhada!

Foto
Gwyneth Paltrow
Nunca lhe achei muita piada, por isso imagino-a assim facilmente!


 
E por aqui me fico!
Há mais no facebook. Espreitem em Planet Hiltron!
Já se sentem melhor, certo? :)

Dicas com amoras #7/52

Meus queridos, já sabem que por aqui não há vento nem chuva que impeçam as amoras de sair de casa. E depois de fazer um périplo pelas agendas culturais de Lisboa, Cascais e arredores, aqui ficam algumas dicas.
 
Histórias de amor para os mais pequenos
Hora do conto para crianças entre os 7 e os 12 anos de idade, dia 16, às 11.00, no espaço BelaVista 79. A participação está sujeita a inscrição e o custo é de 3.50€ Nunca é demais visitar novos espaços e, ainda por cima, ouvir histórias de amor.
 
Faz como eu, uma história no Museu
Também no Museu da Electricidade terá lugar uma hora do conto no Sábado e no Domingo, às 11.00. Esta será promovida pela ILUSTRARTE e inclui um atelier de desenho para crianças entre os 4 e os 10 anos de idade. Será uma iniciativa interactiva. As crianças terão de observar os objectos espalhados pelo museu, juntá-los e criar elos de ligação através do conto. A participação é gratuita, mas é preciso levantar bilhetes no local 10 minutos antes.
 
Planetário
Sabiam que ao Domingo de manhã há sessões gratuitas para crianças até aos 12 anos? É às 11.00 e podem levar os mais pequenos sem medos. A sessão está pensada para todos. E, já agora, aproveitem vocês também. Há quanto tempo não vão ao planetário?
 
Lar, doce lar
Uma comédia que, pelo enorme sucesso que teve em 2013, colta a estar em cena este ano. maria Ruef e joaquim Monchique no Teatro Tivoli prometem um serão descontraído numa encenação baseada no texto da escritora Luísa Costa Gomes "O que importa é que sejam felizes".
 
E para terminar, uma sugestão da Pumpkin, Como fazer um gancho de pirata
 
Para quem tem piratas em casa esta é uma sugestão fácil de fazer e com sucesso garantido. O gancho feito de papel de alumínio de cozinha é flexível e as crianças não se magoam a brincar.
Material necessário:
1 copo de papel ou plástico
Folha de aluminio de cozinha, dobrada 4 vezes - cerca de 30 cm por 20cm
Tesoura
Chave de fendas - para furar (podem usar outra peça perfurante)
Material necessário para gancho de pirata
1. Enrole a folha de alumínio dobrada num tubo fino
Material necessário para gancho de pirata
2. Fure o copo com cuidado - esta operação deve ser feita por um adulto
Material necessário para gancho de pirata
3. Passe o tubo de alumínio pelo furo do copo e molde o tubo como um gancho apertando bem.
Gancho de pirata
4. E já está, capitões Gancho a postos para a brincadeira!
Gancho de pirata
 
Façam o que vos aprouver.
O que vos der na real gana.
Mas façam destes os melhores dias da vossa semana. :)
 




quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Carta de uma mãe trabalhadora a uma MATI e vice-versa

Partilho uma carta aberta de uma mãe trabalhadora a uma MATI.
E a resposta da MATI à mãe trabalhadora.
Aqui.

Out of order

Estou um bocadinho out of order no que diz respeito a este cantinho.
Tenho dois deadline's para cumprir e começo a hiperventilar. :)
Passei só para dizer olá! Estou viva! Mas cheeeiiia de trabalho.
E prioridades, não se discutem.
Beijinhos e boa semana! :)

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Avózinha

Ontem não consegui passar por aqui.
Mas passei o dia todo a pensar na necessidade que tinha de escrever sobre o dia 07 de Fevereiro.

Até há 8 anos atrás era dia de festa. A festa da minha avó. Paterna.
Só conheci uma avó. Mas, garanto-vos, valeu pela que não conheci. Essa, não me quis conhecer.

A minha avó chamava-se Maria José. Era a avó Maria José. A mãe Maria José. A tia. A vizinha. A amiga. A alentejana da rua dela. Vivia em Lisboa há muitos anos. Mas o seu sotaque alentejano acompanhou-a até ao fim. Pois foi, também, no fim, que regressou à sua terra natal. E é lá que está. Conforme era seu desejo.

Foi a primeira a partir. O meu avô partiu no ano seguinte. O fatídico ano de 2007...

Falar da minha avó é algo que faço sempre com um sorriso nos lábios. Tenho associada a ela várias imagens de marca. A lata de laca, na entrada de sua casa. A lata das bolachas, que só ela sabia onde estava guardada. A caixa do açúcar amarelo, onde só chegavam as formigas. Bolas de berlim de sumol de laranja. Era o que mais gostava de lanchar. Uns brincos de ouro, antiquíssimos, lindos de morrer, que lhe adornavam as orelhas. Coelho frito. Natal. Excursões. Coloches (não sei se é assim que se escreve). E ralhetes.

Era uma mulher de voz poderosa. Não cantava. Isso estava destinado ao meu avô. Mas encantava com a sua forma de ser. Trabalhou de sol a sol. E o que gostava de trabalhar, também gostava de divertir-se. Não dispensava um bailarico. Uma festa de aniversário. Uma saída com a família.

À sexta-feira quando chegava do trabalho, dedicava-se a limpar a casa. Pela noite dentro. Sim, porque ao fim-de-semana era para passear. Ao sábado, começava o dia na praça. E se, quando era miúda achava graça, mais tarde era uma chatice acompanhá-la. Primeiro que fizesse as compras parava 300 vezes para falar com esta e com aquela. E toda a gente a conhecia.

Adorava laranjas. Herdei-lhe o gosto. Era vaidosa. Também lhe herdei o jeito. E punha a família em sentido. Não há dúvidas que sou neta dela! :)

Em casa, tudo no sítio certo. E tomar conta das netas era uma festa. Que nem sempre acabava bem. As guerras de almofadas às vezes tinham mau resultado. E ela fazia questão de dizer aos filhos que da próxima vez não ficava a tomar conta de ninguém. Mas durava pouco, esse estado de alma.

Uma mulher inteligente, é assim que a defino. Dona de uma sabedoria popular imensa. Dona de uma sabedoria que só as mulheres têm. Dona do seu nariz. E da carteira. Era o meu avô que usava as calças. Mas a última palavra era a sua.

Fazia anos a 07 de Fevereiro. E ai de quem se esquecesse da data. Ai de quem não aparecesse la em casa para lhe cantar os parabéns. E se levássemos um amigo, sentar-se-ía connosco à mesa também. Recebia toda a gente que viesse por bem. E, também aqui, lhe herdei o jeito.

Partiu 15 dias antes da minha irmã casar. Pregou-nos uma partida. Não estava doente. Apenas deixou de viver. Sem esperarmos.

Foi à frente dos que mais amamos. Do meu avô. Da minha querida tia Vicência. Como em tudo na vida, gostava de ser a primeira. E até nisto conseguiu o seu objectivo.

Gosto de pensar que o seu espírito protector assim o quis. Foi primeiro, para ver como era. Para preparar a chegada dos outros. Para ajudá-los na transicção. Para que pudessem partir com a certeza de que, ao lá chegarem, não estariam sozinhos.