sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Dicas com amoras #6/52

O Dicas não deixa de dar um ar de sua graça apenas porque está a chover.
Isso é que não! Chove, mas a vida continua. :)
Por isso, aqui ficam algumas sugestões "dentro de portas"!

O chocolate em Lisboa. Claro que tinha de falar nisto!
Vai ser na arena do Campo Pequeno. Um verdadeira tentação que irá pôr à prova as dietas mais resistentes. Quem não gosta?
Entre as 10.30 e as 21.30, até Domingo. O bilhete custa 3€, a partir dos 12 anos. Dos 6 aos 11, o bilhete custa 1€. Façam contas à família!

Da causa à cabeça, é o nome da exposição de Carla Filipe que está no Museu Berardo, no Centro Cultural de Belém. Como ponto de partida, os caminhos de ferro portugueses. Como a própria autora defende, trata-se de um equilíbrio entre a arte e o arquivo no mesmo espaço museológico. Vale a pena visitar! E é gratuito. Entre Terças e Domingo, das 10.00 às 19.00.

O Teatro Maria Matos está a promover, em parceria com a Associação para a Promoção Cultural da Criança, um Ciclo de Leituras. Este fim de semana será dedicado a Álvaro Magalhães e à sua obra Contos do lápis verde. Para a encenação da leitura, estará presente o actor Luís Godinho que contará com a ajuda de Bernardo Carvalho, o ilustrador da obra. A entrada custa 2€ e destina-se a crianças entre os 10 e os 13 anos. Sábado, às 16.00. Domingo, às 11.00.

Lego: o filme. Para os amantes de lego (em casa tenho dois), a primeira longa metragem da Warner Bros. Já li a sinopse. E, apesar de não ser a minha praia (nem o lego nem o cinema), acredito que seja tentador para quem gosta. 
Num cinema perto de si...

Também podem passar o fim de semana no conforto do vosso lar a reler os posts deste blog. Era giro, não era? Nããããã.... Saiam, divirtam-se. Façam qualquer coisa. Mas façam destes, os melhores dias da vossa semana.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O que o Jorge Jesus disse sobre o meu blog

Isto agora é sempre a abrir.
Vejam lá que até o Jorge Jesus tem uma opinião sobre o meu blog.
Esta:



Mal ele sabe que quando era treinador do Amora era lá, na Amora, que eu vivia.
E lembro-me dele desde esse tempo.

Acho que por causa do penteado...

Há coisas que nunca mudam. E o penteado do JJ é uma delas! :)

Mães que cometem crimes

Hoje estou um bocadinho impressionada. Com as notícias.
Começou o julgamento de uma mãe que matou os seus três filhos à nascença. E, por causa disso, os arquivos sobre casos semelhantes ganham vida, saem do armário e são expostos a cada novo desenvolvimento. Como sempre.
 
Não são, para mim, novidade. Os casos de que se fala hoje, já os conhecia. Mas relembrá-los está cá a dar-me uma volta às entranhas...
 
Sei que há inúmeras situações que podem levar uma pessoa a cometer crimes destes. Loucura, pressão, desespero, solidão, possessão, falta de coração. E outros mais que não consigo explicar. Porque não os entendo. Mas tenho sempre o cuidado de pensar nestes casos com muita calma.
 
O que é que soa na comunicação social?
Soa que uma mãe matou os filhos.
 
E o que é que realmente aconteceu? O que é que leva uma mãe a matar os seus filhos? E outras que também se matam com eles?
 
Não pensem que, com isto, desculpo ou relativizo o crime. Pois penso que podia ter sido de outra maneira. Mas compreendo que nem todas as pessoas têm a mesma estrutura para procurarem uma solução para os seus problemas. Sejam eles quais forem.
 
Compreendo, isso sim, o que leva uma pessoa a enlouquecer. O que leva uma pessoa a ver-se num beco sem saída. O que a solidão faz às pessoas. O que outras pessoas fazem. Às mães.
 
Sou mãe. Isso vocês já sabem.
Os meus filhos. Foram os meus primeiros grandes amores. E não acredito que estas mães não amassem os seu filhos.
 
E aí, quem me está a ler, qua também é mãe: nunca sentiu que estava a ser julgada pelos seus actos, relativamente aos seus filhos? Nunca sentiu que por mais que dê de si, aos olhos de determinadas pessoas, nunca chega? Nunca se sentiu sozinha perante a necessidade de resposta diária às exigências naturais de quem tem filhos?
 
E mães solteiras? Mães divorciadas? Mães sózinhas, mas que não deixam de ter ex-companheiros à perna. Os pais dos seus filhos. O que é que têm a dizer? É tudo um mar de rosas?
 
Não. Não é. Para nenhuma mãe.
A forma como evoluem esses estados de alma, depende de vários factores. Depende da estrutura pessoal. Da estrutura familiar. Dos escapes. Se existem ou não. A situação limite é, sempre, resultado de uma série de conjunturas.
 
Revolve-me as entranhas. Pensar nisto.
Perturba-me. A mim que não estou numa situação limite.
Mas perturba-me muito mais saber que, quanto mais se fala nestes assuntos, quanto mais a comunicação social relembrar que houve mães que chegaram a este ponto, mais coragem ganham aquelas que estão à beira, não de um ataque de nervos, mas de cometerem um crime desta natureza.
 
Perturba-me a falta de pudor.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Apanhados na rede

Fez anos, o facebook. 10 anos de uma rede de contactos que começou numa universidade americana. A afamada universidade de Harvard. Uma rede de contactos que ganhou uma dimensão à escala mundial, graças à visão do seu fundador, o estudante Mark Zuckerberg.
 
O jornal Público de ontem dizia que cerca de 77% dos portugueses utilizadores da internet têm uma conta aberta no facebook. Cerca de 200 amigos. Fotografias. Episódios da vida quotidiana. Piadas e algumas fatalidades.
 
A verdade é que muito se tem falado sobre os efeitos menos positivos das redes sociais na vida das pessoas. Mas, vamos lá a ver uma coisa, o facebook por si só, não existe, certo? As redes sociais não se auto-alimentam! Não mexem sozinhas. Não sobrevivem sem pessoas. Certo?
 
Então que espaço é que as redes socias vieram ocupar nas nossas vidas?
Cabe a cada um fazer essa análise.
 
Num workshop em que participei, aprendi que existe um síndrome associado à necessidade de estar sempre actualizado. O nome do síndrome? FOMO, fear of missing out. Ou seja, uma ansiedade gerada em função de não se conseguir acompanhar o que está a acontecer nas redes sociais. E isto é válido para todas as redes. Cria-se uma certa dependência, uma espécie de adição ao voyeurismo virtual.
 
Quem não se sente, de certa forma, apanhado na rede? Quantas vezes não nos passa pela cabeça: deixa cá ver o que é que a malta anda a fazer... Mas quando isso passa a ser o pão nosso de cada dia, o pão nosso de cada hora, o pão nosso de cada minuto é porque o FOMO anda por perto...
 
Da minha parte gosto de pensar no facebook do ponto de vista das coisas positivas que me trouxe. Tenho uma conta há cerca de 4 anos. E, mais recentemente, por causa do blog, adiminstro uma página. Encontrei colegas da escola e da faculdade de quem tinha perdido o rasto. Vou acompanhando o que fazem, da mesma forma que me acompanham a mim. Consigo ver, em tempo real, o que a minha prima Tatiana anda a fazer por terras australianas. Como a sua filha está a crescer. Porque ela partilha connosco, os que fazemos parte do seu grupo.

De vez em quando perco-me no chat. De vez em quando, mesmo! Na mesma noite ponho a conversa em dia com uma série de amigos ao mesmo tempo. Conheço todas as pessoas que são minhas amigas. Conheço-as. Sei quem são.

Acompanho páginas que me interessam. Mesmo!

Divulgo os textos que escrevo por aqui e, de vez em quando, brindo os meus amigos com episódios fotográficos da minha vida. Sei que eles gostam. Tal como eu gosto de ver os deles.

Partilho informação. Tenho acesso a informação. E revejo amigos. E, por enquanto, não sinto efeitos do síndrome. O FOMO! Mas fui apanhada na rede. Fui. Aderi há 4 anos e, até ver, cá andarei.

DIY #8

Como sabem, gosto de trabalhos manuais.
E todas as ocasiões para pôr em prática dicas maravilhosas que nos permitem dar o nosso cunho são, para mim, um desafio.
 
Ao pesquisar novas ideias, encontrei esta.
Uma boa dica para dias festivos de Primavera ou Verão.
Uma dica fácil e que faz toda a diferença.
 
Ora espreitem!
 
 
Não vos disse que era fácil?
Atrevam-se.
Just do it!