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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Postais de férias #4



Sequoia National Park. California.

Uma dádiva do nosso planeta. 
Um cantinho onde o homem e a natureza convivem de uma forma quase espiritual. 
Onde as árvores milenares nos pedem um abraço. 
Que para ser dado precisa de vinte pessoas.

Um cantinho de cores extraordinárias realçadas pela luz que dança entre troncos imponentes de vida. Um cantinho que nos demonstram o quão pequeninos somos.

Obrigado Filipa. Pelo contributo.

sábado, 12 de setembro de 2015

Da angústia pelos que partem


 
Ou do misto de emoções que é assistirmos à partida de alguém que nos é próximo. Diz-nos uma vozinha no fundo do nosso coração Vai, vai à descoberta, à tua sorte e aventura. Vai enquanto és jovem e tens tempo de recuperar se correr mal. E também do fundo do coração outra voz que diz Não vás. Fica cá. Sabes que aqui estaremos para o que acontecer. E à distância? Como fazemos se precisares de nós? Aqui já sabes com o que contas... E, depois, numa fracção de segundo atrevemo-nos a pensar Quem me dera ter coragem para ir...
 
E assim nos sentimos, até ver o que vai acontecendo.
 
Partiu com 20 anos. Na semana passada. Com o sonho de ser feliz e encontrar um projecto profissional de acordo com a sua formação. Partiu com um plano, com uma perspectiva. Partiu angustiada e feliz. Partiu de coração partido e de coração cheio de sonhos. Partiu, com a certeza do amor que a sustenta por cá. E com a certeza do amor que a puxou para lá. Partiu... a minha menina. A minha menina mulher. A minha afilhada.
 
Partiu com pouco. Com o que uma viagem permite levar. Pois sabe que irá reaprender a viver. Quase do zero. O mais importante passou a supérfluo. E tenho a certeza que se pudesse, teria levado uma mala só de desejos que lhe entregámos, de conselhos que lhe demos, de emoções que lhe passámos. Uma mala cheia de amor para ir consumindo assim, aos bocadinhos. De forma controlada, para durar até à próxima vinda a Portugal. À sua terra. À sua mãe.
 
Como cresceu esta menina que vi nascer. Como de descontraída e distraída, passou a ter um foco tão bem definido. Como foi capaz de desafiar o destino e dar-se ao trabalho de não ficar acomodada nas mordomias que uma família garante a qualquer filho. Como me deixa orgulhosa pela força que demonstra ter. Garantindo a quem queira ver o bom trabalho que fez sua mãe.
 
Passei a ter uma menina mulher emigrante. Mais um motivo para esperar pelo mês de Agosto. O mês em que todos regressam a casa.
 
Para ti minha querida, um até já cheio de amor. E com a certeza de que irás crescer ainda mais. Tanto, mas tanto, que a tua vida só poderá correr bem.
 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

"Obrigádia"

Não. Não me enganei a escrever o título deste post. Mas das nossas miniférias em Madrid, com passagem por Ávila e Toledo, em que TODOS tentámos falar espanhol (ou portunhol), o benjamim saía-se sempre com um:
 
- Obrigádia! - para responder a quem se metia com ele.
 
Foram dias muito, muito bons. Umas férias em família com espaço para tudo. Museus, castelos, conventos, parques, compras, brincadeira e muitas descobertas. Era vê-los com os olhos a brilhar a cada virar de esquina. Porque Madrid é assim: a cada virar de esquina há uma surpresa. E na Páscoa, Espanha vale mesmo a pena.
 
Houve espaço para rir. Para conversas mais "sérias" sobre o que estávamos a ver. Para descansar e perdermo-nos num mundo de odores e sotaques e estilos e maneirismos de todo o mundo. Porque Madrid é assim. Um centro de vários mundos.
 
Adorámos!!
 
Plaza grande, Ávila
 
Gran Vía, Madrid

El Escorial


Toledo