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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

40 e 15

Hoje é dia de festa entre o meu grupo de amigos.
Uma grande amiga, cuja gargalhada contagia quem passa, comemora 40 e 15 anos.
(Faz toda a diferença dizer a idade assim!)
E eu sinto-me feliz por ela.
 
Escrevo aqui nos blog para dizer-vos que adorava chegar à mesma idade assim, com aquele ar fresco. De quem acabou de se levantar. Com aquela garra de quem vive sobre o verbo "ir", que tristezas não pagam dívidas. Com um coração enorme. Mesmo depois de tantas desilusões que teve na vida, continua a acreditar que há pessoas boas. Que merecem a sua ajuda. O aconchego da sua mão. E do seu regaço.
 
Gosto do seu abraço.
Para mim é importante um abraço. E ela sabe dá-lo. Assim... desprendida... sem maneirismos. Com humildade pelo reconhecimento de cada um. Individualmente.
 
Gosto daquilo que aprendo com ela. E com a família dela.
De vê-la ser mãe. E de ouvi-la dizer que com a minha idade também fazia as mesmas coisas que eu faço com os filhos. Os mesmos princípios. Os mesmos alicerces.
 
Gosto imenso da sua voz rouca. Que nos sossega quando algo nos inquieta. Que vibra a cada conquista dos seus. Que se mantém firme quando o momento é mais sensível.
 
Gosto da maneira como trata os meus filhos.
Gosto da maneira como nos acolhe em sua casa. E da forma como consegue dizer as coisas sem magoar ninguém. (e isto... não é para todos)
 
Tem o coração na boca. E nas mãos, quando magoam os seus.
Tem um grupo de amigos imenso. Daqueles à séria. E tem um marido que a ama. Sem precisar de dizê-lo. Vê-se nos seus olhos quando fala dela.
 
Gosto dela.
Gosto dela e dos nossos amigos em comum.
E gosto de pensar que consigo retirar do seu saber de experiência feito, o melhor para mim. Para chegar aos 40 e 15 assim. Com uma história linda para contar.
 
- parabéns minha querida -

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Hoje és, de novo, bebé

Pouco depois de começarmos a namorar decidiste fazer anos. 24. E todos os anos pergunto-te se ainda te lembras qual foi o presente que te ofereci. E todos os anos respondes Uma carteira. Não foi fácil. Conhecia-te há pouco tempo e logo que começamos a namorar fizeste anos. Uma espécie de teste à minha capacidade de observação.
 
Como tinha um horário de trabalho que me ocupava os dias até às 11 da noite, pedi à nossa amiga Elvira que me fizesse o favor de te comprar uma carteira. A única coisa de que me dei conta que estavas a precisar. A tua já mal fechava e uma carteira de homem é sempre um bom presente.
 
Hoje fazes anos. Outra vez... 43. E hoje são os teus filhos os principais promotores dessa coisa que é oferecer presentes em dia de aniversário. Um mês antes do dia começam a falar disso. E o que é que vamos dar ao pai? Não que esqueças, mãe! Falta pouco tempo. E eu não me esqueço. Nunca me esqueci.
 
Gostas de fazer anos. Gostas de ter a família à tua volta, de acender a lareira e ter um bolo com o teu nome. Gostas que o telefone toque vezes sem conta durante o dia. Que os amigos se lembrem de ti e de ser surpreendido. Gostas de pegar nos miúdos ao colo para apagarem as velas contigo e de abrir presentes como uma criança na noite de Natal. Gostas que te prepare um bolo. Eu. Na nossa cozinha. E gostas de terminar a noite agarrado a mim e adormecer a sorrir.
 
E eu, que gosto de brincar contigo, todos os anos faço questão de lembrar-te sobre os teus cabelos brancos. De dizer que estás a caminho dos 50, enquanto eu ainda estou nos 30. De provocar-te sorrisos incomodativos sobre esta realidade que é a vida. Um fósforo que arde num abrir e fechar de olhos. Mas tu sabes que sou eu o motor deste dia que gostas de celebrar. E que assim será. Enquanto Deus quiser.
 
Parabéns! Tem um dia feliz.
A pensar na noite que está para vir. A que programámos. Em família.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Caso hoje às 2 da tarde!

Foi o que respondi à minha vizinha, há 14 anos atrás, quando a mesma se apercebeu da agitação na minha casa. Um entra e sai nervosinho, uma tenda montada no quintal, os carros lavados, os carros estacionados à porta, e no passeio, e à porta dela. A mesa montada. E as cadeiras. E as floreiras no lugar. A carrinha do serviço de catering e a caracterização dos empregados de mesa.
 
A chuva que ía e vinha. O sol que vinha e ía. E a florista que entretanto tinha chegado. E a cabeleireira que nunca mais chegava. E eu que fui ao carro buscar qualquer coisa. E o grito que veio dentro de casa: Onde é que vais?
Calma, que não vou fugir! - pensei.
 
Às tantas senti-me uma observadora fora da tela. Via tudo a acontecer à minha frente e nada me afectava. Tudo iria resolver-se por bem. Estávamos todos a trabalhar por isso. Nada de nervos. Havia tempo. Casaria da parte da tarde. Tantos meses a programar as coisas para meia dúzia de horas. Tanta gente envolvida no nosso sucesso pessoal. Em fazer do nosso dia de casamento, um dia memorável.
 
Acho que nunca agradeci a todos os familiares o empenho. Mas espero que os 14 anos que celebramos hoje seja a prova de que valeu a pena o investimento.
 
 


 


Marido:
14 anos depois, 2 filhos depois, tantas experiências depois, ainda tens o dom de me surpreender.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

DIY #8

Como sabem, gosto de trabalhos manuais.
E todas as ocasiões para pôr em prática dicas maravilhosas que nos permitem dar o nosso cunho são, para mim, um desafio.
 
Ao pesquisar novas ideias, encontrei esta.
Uma boa dica para dias festivos de Primavera ou Verão.
Uma dica fácil e que faz toda a diferença.
 
Ora espreitem!
 
 
Não vos disse que era fácil?
Atrevam-se.
Just do it!